Eu vou, eu vou, pra casa agora eu vou

Aquela rua era sempre tão vazia àquela hora da noite. Apesar de eu nunca ter visto perigo nenhum além de um ou outro revirando arbustros atrás da droga comprada, sabia que ali era perigoso e então apertei o passo iniciando a contagem regressiva para meu biscoito recheado acabar. Os vegans são sempre mais baratos. Três. Tinha acabado de sair da casa de minha namorada, que apesar de dizer insistentemente que me ama, não me deu muita atenção. Agora sei todos os horários dela, academia, salão de beleza, o dia da semana que ela leva frederico, seu Pincher perturbado, ao pet shop entre outras coisas que me impediram de copular com ela. Dois. Faltavam uns 10 minutos para eu chegar em casa e eu já começava a instigar minha mente com algumas imagens mentais para a punheta do banho. Foi quando avistei aquelas duas bundas embaladas a vácuo em dois jeans provocantes, a ereção foi imediata. Elas andavam mais lentamente, sorri internamente, desacelerei para poder contemplar melhor a loira e a morena, fixei o olhar retirando o último biscoito do pacote. O tungstênio da iluminação pública tinge de laranja o asfalto, parecendo um filme tenso, talvez Irreversível. Filme foda! Fiquei instigado com aquilo tudo, elas estavam cinco metros a frente e meu coração pulsou forte, fui colocar o pacote de biscoito no bolso para depois jogar no lixo de casa e encontrei aquele velho estilete. O coração disparou mais ainda. Retirei o estilete do bolso e olhei em volta. Aquela rua era sempre tão vazia àquela hora da noite. Dava duas passadas a cada passo delas, esperei a loira desligar o telefone e puxei pelo cabelo colocando o estilete no pescoço dela e murmurei para nenhuma das duas soltar nenhum pio. Não acreditava que havia começado a fazer aquilo. Minutos antes uma viatura passou por mim, não despertei nenhuma suspeita, caucasiano assoviando nunca é um suspeito. A morena quase gritou e eu apertei o estilete contra o olho da amiga loiríssima e tesuda, roçei então naquela bunda deliciosa dizendo para entrar naquela rua agora ou a loirinha gelada ia ficar caolha. Ninguém se moveu, então arrastei a loira pelo cabelo e com a sola do pé na altura da cintura, empurrei a deusa morena para a rua. Ela tropeçou em algumas sacolas de lixo que estavam ali na esquina, bando de gente imunda, se um cachorro passasse ali faria a festa. Foi quando eu percebi que ambas suplicavam para que eu não fizesse isso, me chamavam de senhor, moço, pelo amor de deus, dei um sorriso e pensei, amor? A morena  começava a falar isso muito alto então resolvi mostrar logo que o estilete não era faca de pão, abri um corte de aproximadamente 4 centímetros na face de bonequinha da branquelinha, ela gritou. Deu mole. Tirei minha camisa e enfiei quase inteira na boca dela, ficou somente o busto para fora, dei uma olhadinha sensual para a morena, graciosamente ordenei que as duas retirassem suas vestimentas, coisa que obviamente elas não fizeram mas meu estilete fez, mordi o lábio e falei para ela se ajoelhar. Deu mole. Abaixei as calças, tirei a cueca dei um chute tão forte quanto podia em seu joelho. Enfim ela obedeceu tembém gritando, será possível que eram surdas? Coloquei minha cueca inteira na boca dela. Naquela tarde havia me masturbado 2 vezes e em uma delas ejaculei na cueca, seria bom para ela já começar a sentir o gostinho. Senti minha mão molhada, fui olhar o que era e deparei com o rosto da loira todo ensanguentado e o cabelo dela embolado entre meus dedos. Pedi para ela ajoelhar-se do lado da morena. Enfim elas resolveram me obedecer. Meu pênis latejava com força, dando tapinhas da minha barriga. Puxei a cabeça da loira na direção dele ela virou a cara, então eu resolvi me compadecer, mandei a morena que também não quis. Deram mole. Com a mão fechada do estilete soquei a lateral da cabeça dela esmagando sua orelha com minhas falanges e perfurando-a com o estilete. Dei mole. Ela caiu de bruços. Bem, pelo menos agora era só a  loira e ela só chorava. Tirei a camisa da boca dela e fiz ela colocar meu pau inteiro na boca. Sanguinho, lágrima, luz amarela. Puxei forte o cabelo chamando-a de Daniela. Dei alguns tapinhas, um murro na orelha e depois de gozar, bendita ejaculação precoce, enfiei a ponta do dedo quase inteira no olho dela. Ela flexionou-se em direção ao chão e então eu aproveitei para pisar em sua cabeça e chutar suas costelas expostas. Olhei para a morena deitada de bruços, veio-me outra ereção, ó céus, foi o sexo anal mais exótico que pratiquei! Descobri que ela estava completamente acordada, mulher fingida! Levantei-me com o joelho arranhado e então dei as costas para ela e andei três passos para trás, pisei em sua coluna e inseri o estilete com a lâmina através de seu relaxado anus. Que bunda maravilhosa. Sorri para a cena e coloquei minha roupa. Olhei para a rua e só vi um vulto correndo. Vesti minha roupa, inclusive a camisa babada e pulei o muro de um terreno baldio que dava do outro lado para a avenida principal. Pulei o muro novamente e lembrei do choro das duas. Atravessei a rua e fui caminhando para casa por um caminho alternativo, subindo o morro por um beco escuro e fedendo a mijo. Senti que iria fazer algum psicanalista ou psicólogo muito rico.

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~ por Alfredo em agosto 7, 2008.

2 Respostas to “Eu vou, eu vou, pra casa agora eu vou”

  1. esse vai dar ibope…

    tenho medo de você, pela perceptível influência da vida real na história. uahuahu

  2. Que delícia !!! Queria que fizessem isso comigo, mas lógico, sem me matar ou enfiar o estilete. rsrsrsrs
    Que tesão !!!!
    Meu e-mail: xandersouza@hotmail.com

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