G-SPEAK

Desenvolvido pela Oblong, g-speak é um ambiente de operações espaciais revolucionário, mudando a forma de fazer computação, é o maior passo da computação desde 1984. A plataforma é controlada com auxílio de uma luva especial e uma interface multitouch, misturando reconhecimento de gestos, redes recombinantes e resolução tão alta quanto o mundo real.

Os clientes dessa interface poderão resolver problemas como análise de grandes grupos de dados, operação em interfaces tridimensionais, utilização de aplicativos multiusuários colaborativos, integração de grandes telas e múltiplos computadores em um ambiente e desenvolvimento de aplicações em grande escala que executam redes interativamente em todas as empresas.

No site da Oblong tem uma porção de link legais com retrospectos de hitória da computação, explicações detalhadas do funcionamento de cada funcionalidade do g-speak e vídeos. Aqui vai o trailer que eu assisti:

Esse tipo de tecnologia está em desenvolvimento e pelo que parece tem muito futuro, porém o que deixa sem resposta é quanto isso vai custar para chegar em casa? Quando isso vai chegar? Rapidamente chutamos um valor alto, praticamente um futuro cyberpunk. Mas as coisas não são bem assim. Há alguns meses navegando pela internet eu descobri que é possível fazer sua própria interface multitouch com sua própria tela multitouch também em casa sem muitos custos. Um projeto muito interessante mas que passa desapercebido porque fica com cara de nerd demais, geek demais. A grande questão é conseguir ver que essa idéia já existia, já existiam protótipos e era muito fácil (e barato) ter um em casa! Ai entra o papel da empresa, investir muito dinheiro para uma coisa simples tornar-se tão sofisticada que não conseguirmos mais ver isso em nosso dia-a-dia, a não ser que paguemos um preço no mínimo alto. Tudo bem que injetando dinheiro os avanços são muito mais significativos e cria-se uma distância da vida real, do dia-a-dia. Se cria-se uma plataforma de código livre que é sustentada por uma comunidade de colaboradores e portanto é desenvolvida visando exatamente o uso diário, vira geek, coisa de nerd, coisa de gente que usa linux. Então qual seria a solução? O meio termo? Fica a questão, que talvez nem possa ser respondida mas leve a pensar que tipo de usuários de tecnologia nós estamos criando/sendo/virando.

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~ por Alfredo em novembro 20, 2008.

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