O mais difícil é chegar junto

Terminei a ligação e coloquei no gancho do orelhão o telefone azul e seboso. Carregava uma sacola plástica com algumas coisas que faltavam em casa: Pão, açúcar e sal. Meu pé doía. Não exatamente o pé. Não sei o nome dessa parte do pé, mas doía. Eu me virei e comecei a mancar em direção ao calor de casa quando meu olhar foi interrompido no caminho dos paralelepípedos da calçada até o horizonte por duas calças jeans. Duas bundas dessas que não se vêem todo dia. A da direita usava uma calça mais larga que o corpo dela para disfarçar o colossal volume que aquela forma arredondada perfeitamente pela natureza havia lhe dado. Fixei meu olhar ali mesmo e já imaginei uma forma de levá-las, as duas, para casa. A bunda da direita era mais apertadinha dentro da calça, nenhuma das duas embaladas a vácuo, me dando mais espaço para imaginar textura, cor, gosto e topografia dessas regiões daqueles dois corpos que me excitavam ali na frente. As duas estavam paradas ali na minha frente, conversando e balançando seus cabelos negros enquanto esperavam os carros pararem de passar para atravessar na faixa. Que coisa linda é a civilização. Eu apenas observava na fila que começava com o meio fio, depois as duas bundas, um espaço vazio e eu no final, sedento. Mancando desse jeito não conseguiria alcançá-las, então numa manobra arriscada passei no meio das duas furando a fila e atravessei o mais rápido possível enfrentando buzinas e olhares. “Cara maluco”. Então apertei o passo para ganhar tempo. Infelizmente meus planos não deram certo porque quando eu atravessei, abri brecha para as duas atravessarem também e então elas passaram na minha frente caminhando e rebolando como se soletrassem meu nome com aqueles movimentos. Então imaginei uma abordagem. Pensei perguntar o que as duas fariam hoje a noite. É sábado e portanto deveriam ter algum programa em mente, diferente de mim. Caso não tivessem eu convidaria para entrar e tomar um café. Coisa de intelectual de merda, eu queria sexo e não conversa, café é o caralho, convidaria para tomar uma cerveja. Convidaria as duas para entrar e tomar uma cerveja e, para ser bem direto, fazer o sexo mais selvagem e ter o orgasmo mais torrencial da vida delas. Lembrei da piada que convida a pretendente para comer uma pizza e fazer sexo. Em resposta a um possível olhar de reprovação da pretendida, pergunta se o problema é a pizza. Eu não sei contar piada, mas se isso fosse levá-las para minha cama, aprenderia naquele momento,enquanto ando e observa aquele balé clássico: A bunda mexe, o olho acompanha, fixo. Elas ficaram um pouco mais longe e eu apertei o passo. Era a hora de abordá-las. Menos de 200 metros da porta da minha casa, rua vazia, não queria que elas saíssem gritando e me chamando de tarado. Passei por elas novamente e cheguei ao meu portão antes delas, coloquei a sacola barulhenta no chão e fiquei fingindo que procurava uma chave, abri o portão no momento que elas passavam por trás de mim. É agora. Quando estavam a dois passos de mim, me virei para a direção delas e afundei meus dedos em seus cabelos, fechei o punho e puxei as duas para perto num só movimento e sussurrei baixinho no ouvido delas enquanto elas começavam a querer gritar: Dêem um pio e eu esfaqueio as duas aqui mesmo e eu estou falando muito sério. Ah! A civilização faz pessoas tão obedientes. As duas tentavam tirar minha mão das cabeças delas e então eu bati uma cabeça contra a outra como se quebram ovos. Fiz outra vez e outra até que uma começou gritar e eu, com as mãos ocupadas para pegar meu estilete no bolso, pisei no joelho da mocinha da esquerda fazendo ela dar um gritinho, eu dei uma gargalhada para não parecer nada sério para os vizinhos e um joelho foi em cada nariz. Senti um estalo, agora as duas já sangravam. Será que eu vou conseguir fazer isso sem sangue um dia? Arrastei as duas para dentro do portão pelos cabelos ainda, suas pernas não respondiam mais. Uma por causa do joelho e da quantidade de lágrima que saía daquele rostinho perfeito. A outra sei lá porque não se debatia nem gritava, deve ter entendido que eu não estava de sacanagem. Aliás, eu estava querendo sacanagem. Fiz a da direita se levantar e pegar minha sacola de supermercado. Minha barriga doía de fome. Não exatamente a barriga, mas doía e eu não queria largar minha comidinha ali na calçada, certo? O portão dava para um beco que por sua vez dava num conjuntinho de 4 apartamentos de um dormitório, o meu era no térreo à esquerda. O caminho no beco foi divertido, volta e meia elas soltavam uns gemidos e eu pressionava a cabeça delas contra a parede e dava umas pancadinhas repetindo e separando as sílabas: SI-LÊN-CI-O. Acho que se eu tivesse separado errado elas não teriam me corrigido porque ficaram bem quietinhas. Chegando na porta larguei as duas no chão e fiquei olhando um pouco como se contorciam como vermes e procuravam uma a outra para se abraçar. Que coisa linda, as duas se amam. Pisei com força sem me preocupar em quem e no que estava pisando. Abri a porta, coloquei a sacola em cima da geladeira e arrastei as duas para a sala que ficava anexo à cozinha. A primeira coisa que eu fiz, adivinha, foi desabotoar a bermuda e pisar na cabeça da moça da esquerda, só a reconheci por causa do joelho que eu havia esfolado. Chamei a mocinha da direita para se aproximar, ela se encolheu num canto da sala. Sabe aquela parte entre o peito do pé e o início da canela? Não sei o nome dessa parte, mas ela foi de encontro ao nariz dela, espremendo sua cabeça contra a parede. Ambas desacordadas, uma pena que não vão ver o show. Tirei minha roupa e as delas, coloquei tudo junto em cima do sofá e virei as duas de bruços para ficar observando e apalpando aquelas nádegas que ficavam ainda mais bonitas sem os jeans. Apertei, lambi, mordi, beijei, cheirei, coloquei e tirei o dedo, a língua e o rosto inteiro daquelas bundas. Meu pênis, coitadinho, já estava ficando aguado com tamanha diversão e então o enturmei enfiando, depois de uma cuspidinha, da bunda da direita, que reconheci pelo tamanho incomparável. Foi tão forte que ela acordou e gritou. Automaticamente eu enfiei a minha cueca que não tinha ido pro sofá na boca dela. Ela engasgou coitada, ai tirei um pouquinho e perguntei se assim estava bom. Ordenei algumas vezes silêncio, acho que na quinta ela me atendeu. Estava tão bom, ela gemia melhor que uma prostituta e eu sabia que aqueles gemidos eram de verdade. Eu nunca comi uma prostituta. Não sei porquê pagar para ter prazer. Quando estava quase gozando resolvi que deveria aproveitar a outra também, afinal estava ali pelada do meu lado mesmo. Abri a boca dela e coloquei-o inteiro enquanto segurava atrás de suas orelhas e olhava fixamente para a outra choramingando. Então puxei a cabeça dela para perto para poder lamber minhas bolas, mas fiquei com medo dela morder, então levantei, fui até minha bermuda, peguei o estilete e coloquei no rosto dela dizendo que se ela queria ter uma esperança de sair viva daquilo, era bom que seguisse meus singelos pedidos. “Chupa” foi obedecido chorando. “Agora as bolas” foi já com ela tremendo de pavor, a outra estava acordando, então apaguei novamente porque eu sabia que ela iria gritar de dor do joelho. Repeti o processo de abrir a boca e inserir completamente meu queridinho falo em sua garganta enquanto a outra moçinha lambia com nojinho meu períneo. Aproximei a lâmina do olho dela, ai que ela começou a chorar mesmo, e falei para chupar com vontade. Fiquei naquilo até gozar. Ah! Mas eu ainda estava latejando e por fim resolvi dar a segundinha na moça dormindo enquanto a outra assistia se contorcendo novamente no canto da sala. Coloquei a branca de neve de quadro e deixei aquela bundinha cair sobre seus tornozelos, puxei a cabeça da chorona em enfiei ela naquela bunda até quase desaparecer com seu rosto. Era tanto tesão que peguei a chorona ali mesmo de quatro e meti tão forte que os vizinhos devem ter ficado com inveja do sexo que eu estava fazendo. Gozei a segunda vez e por hoje chega. Estava na hora de cortar elas em pedaços bem pequenos e mandar pela descarga.

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~ por Alfredo em abril 28, 2009.

Uma resposta to “O mais difícil é chegar junto”

  1. Genial!
    Como estão as coisas em Blumenau?
    Vamos nos encontrar pra trocar umas figurinhas =)

    abrááás

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